«As que somos mães, as que lutámos (e continuamos a lutar) contra um corpo que não nos pertence, as que levamos todas as manhãs uma chapada da puta da bóia abdominal, as que nos enfrentamos a umas mamas balofas e tristes que tantas alegrias já nos deram no passado, sabemos do sacrifício mental que supõe sentir-se sexy, desejável, bonita quando o espelho, o armário, as ancas e as calças de ganga nos dizem o contrário.»
Amen!
(Daqui:)
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