16 novembro 2011
in time
Podia escrever uma tese sobre o papel do tempo.
Como tempo é dinheiro.
Como pode ser aproveitado ou desperdiçado.
O poder do chegar mesmo a tempo.
A frustração que é não ter tempo (suficiente).
Ou como um minuto pode valer mais que uma década, para o bem e para o mal.
...mas como o tempo urge, não o faço.
Recomendo o filme. Não sendo uma masterpiece da sétima arte, faz pensar.
Para as mentes menos dadas a pensamentos profundos sobre o sentido da vida e a oposição mundo ocidentalizado - terceiro mundo (ou bairro chique vs. ghetto, a uma escala menor), sempre podem dedicar-se a perceber como é que alguém consegue correr tanto, tão rápido, durante tanto tempo, por tantas superfícies diferentes, com uns saltos tão altos e sem sequer desequilibrar, quanto mais cair.... Science fiction at its best, no doubt!
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