Não gosto quando as pessoas são centradas em si mesmas e julgam que todo o mundo gira em torno do próprio umbigo. Pessoas que aproveitam as nossas palavras (quaisquer que elas sejam) para se despejarem em cima de nós, escarrapachando-se nas nossas ideias, pensamentos e vidas. Pessoas que nunca nos perguntam como estamos, mas que nunca deixam de nos dizer que estão mal, que têm dores (reais ou não), que inventam pretextos para se nos impor. Com coisas boas e más.
Às vezes sinto que preciso de espaço. Para respirar. Para não me sentir invadida. Porque há coisas que nos dizem e que depois não conseguimos esquecer, arrancar da nossa cabeça. E fazem(-me) mal.
Não se trata de sacudir a água do capote quando alguém precisa de nós. Sou disponível. Gosto de ajudar. Mas cansa-me quando uma e outra vez são as mesmas pessoas, com as mesmas coisinhas da tanga, futilidades insignificantes no cômpito da minha vida. Tretas no contexto de tudo aquilo que eu tenho de fazer/viver. Já para não falar que muito provavelmente seriam pessoas indisponíveis se precisasse (ou quisesse!) recorrer a elas.
Thank you, but no thank you. I think I've had enough!
Às vezes sinto que preciso de espaço. Para respirar. Para não me sentir invadida. Porque há coisas que nos dizem e que depois não conseguimos esquecer, arrancar da nossa cabeça. E fazem(-me) mal.
Não se trata de sacudir a água do capote quando alguém precisa de nós. Sou disponível. Gosto de ajudar. Mas cansa-me quando uma e outra vez são as mesmas pessoas, com as mesmas coisinhas da tanga, futilidades insignificantes no cômpito da minha vida. Tretas no contexto de tudo aquilo que eu tenho de fazer/viver. Já para não falar que muito provavelmente seriam pessoas indisponíveis se precisasse (ou quisesse!) recorrer a elas.
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