
Tudo o que é um fim é também um começo.
Tudo o que termina implica um novo início.
Não acredito em corações remendados.
Há feridas que nunca saram. Podem deixar de sangrar por algum tempo, mas ficam sempre lá. Feias e a doer de quando em vez. Não saram.
Importa, contudo, conseguir distinguir um arranhão de um corte profundo.
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